31/03/2026

Marcação CE e exportações da China para Portugal: Quais são os requisitos?

 

Agente de Carga da China - Topway Shipping

Introdução

Se você é um exportador chinês ou vendedor de comércio eletrônico transfronteiriço que deseja vender em Portugal, precisa saber o que significa a marcação CE. É a chave para entrar no mercado. Portugal é membro pleno da União Europeia e do Espaço Econômico Europeu (EEE), portanto, possui as mesmas regras de conformidade de produtos que o restante da UE. Isso significa que as mercadorias enviadas da China devem ter uma marcação CE válida para serem legalmente vendidas em Portugal, online ou por meio de canais locais.

A marcação Conformité Européenne (CE) da UE e um símbolo por vezes designado por “China Export” são muito semelhantes, o que torna este tema mais complexo do que parece. A Comissão Europeia esclareceu que não existe uma marcação oficial “China Export” como norma regulamentar, mas ainda persiste muita confusão no comércio internacional. As alfândegas têm retido, multado ou retirado das prateleiras produtos com proporções incorretas ou com marcações CE aplicadas incorretamente. Para os exportadores chineses, conhecer a diferença e todo o processo de conformidade não só é uma boa prática, como também é essencial para fazer negócios em Portugal e no resto da UE.

Este artigo explica detalhadamente o que é a marcação CE, quais produtos precisam dela, como importar mercadorias para Portugal e como parceiros logísticos especializados, como a Topway Shipping, podem otimizar toda a cadeia de abastecimento de Shenzhen a Lisboa.

 

O que é a marcação CE — e o que ela não é?

A sigla CE significa "Conformidade Europeia". Para que certos tipos de produtos possam ser vendidos em qualquer lugar do Espaço Econômico Europeu (EEE), que inclui todos os 27 Estados-Membros da UE (incluindo Portugal), eles devem possuir uma marca de conformidade obrigatória. Essa marca não é um selo do governo atestando a qualidade do produto ou um selo de excelência. Em vez disso, é uma declaração do fabricante, uma autodeclaração de que o produto atende a todos os padrões da UE em matéria de saúde, segurança e meio ambiente.

A marcação CE significa que a pessoa responsável, seja o fabricante chinês original, o importador da UE ou o representante autorizado, realizou a avaliação de conformidade necessária, elaborou um dossiê técnico e assinou uma Declaração de Conformidade (DoC) da UE. Uma vez que esse processo seja concluído corretamente, a marcação CE pode ser colocada no produto, que poderá circular livremente entre todos os Estados-Membros do EEE sem necessidade de nova certificação a nível nacional.

Grande parte da confusão em torno da marca “China Export” decorre de erros no próprio logotipo. Existe um certo espaço entre as letras C e E no símbolo oficial CE. Quando as letras estão muito próximas, o resultado se assemelha a um símbolo diferente que circula online com o mesmo nome: “China Export”. A Comissão Europeia investigou o assunto e não encontrou evidências de uma marca oficial de exportação chinesa; o problema reside principalmente em erros tipográficos, e não em uma fraude planejada. Contudo, o impacto para os exportadores é o mesmo: se o logotipo CE não atender aos requisitos de tamanho e proporção, a alfândega poderá reter, sinalizar ou rejeitar suas mercadorias.

 

Que produtos exigem a marcação CE para exportação para Portugal?

Nem todos os tipos de produtos precisam da marcação CE. As Diretivas e Regulamentos da Nova Abordagem da UE, que abrangem determinadas classes de produtos, foram o que tornou esse requisito necessário. Atualmente, existem mais de trinta regras e diretivas de marcação CE em vigor na UE. Para as empresas chinesas que desejam vender para Portugal, as categorias mais importantes são:

 

Categoria de Produto Diretiva/Regulamento Aplicável Requisitos-chave
Eletrônicos de Consumo: Diretiva de Baixa Tensão (2014/35/UE), Diretiva EMC (2014/30/UE) Segurança elétrica, compatibilidade eletromagnética
Dispositivos sem fio/rádio Diretiva de Equipamento de Rádio (RED) 2014/53 / UE Dispositivos com Wi-Fi, Bluetooth, LTE e 5G
Brinquedos Diretiva de Segurança de Brinquedos (2009/48/CE) Segurança física, mecânica e química
Maquinaria Diretiva de Maquinário (2006/42 / EC) Avaliação de riscos, documentação técnica
Dispositivos Médicos MDR (UE) 2017/745 É necessária a participação do Organismo Notificado.
Equipamento de proteção pessoal Regulamento (UE) 2016/425 relativo aos EPIs É necessária certificação por terceiros.
Produtos de construção Regulamento (UE) n.º 305/2011 relativo aos produtos de construção Declaração de Desempenho necessária
Equipamentos Químicos/Elétricos Diretiva RoHS (2011/65 / UE) Restrição de Substâncias Perigosas

 

É fundamental lembrar que a marcação CE só é obrigatória para produtos que se enquadrem em pelo menos uma diretiva aplicável. A legislação da UE também estabelece que não se pode colocar a marcação CE em um produto que não a necessite. Os exportadores chineses precisam verificar cuidadosamente quais regras se aplicam a cada produto individualmente. Em muitos casos, mais de uma regra se aplica simultaneamente. Por exemplo, um brinquedo eletrônico pode ter que seguir a Diretiva RoHS, a Diretiva de Baixa Tensão e a Diretiva de Segurança de Brinquedos, tudo ao mesmo tempo.

 

O processo de conformidade com a marcação CE: passo a passo

A Comissão Europeia descreve a marcação CE como um processo de seis etapas e, para os exportadores chineses, cada etapa tem um peso legal real. Se um erro for cometido em qualquer ponto, toda a certificação pode ser invalidada e o mercado pode rejeitá-la, com um custo elevado.

Etapa 1: Identificar as diretrizes aplicáveis

O primeiro passo é certificar-se de que conhece as regras e diretivas da UE aplicáveis ​​aos seus produtos. Isto nem sempre é fácil, pois não existe uma base de dados única da UE que associe os tipos de produtos à legislação que lhes é aplicável. Os exportadores precisam de consultar o Guia Azul da UE, verificar a base de dados TARIC ou contratar um especialista em conformidade para determinar em que enquadramento legal o seu produto se enquadra.

Etapa 2: Verificar os requisitos específicos de cada diretiva

Cada diretiva contém regras importantes sobre design, desempenho, segurança e impacto ambiental do produto. Os fabricantes precisam conhecer exatamente os requisitos de cada diretiva. O Jornal Oficial da UE publica as normas europeias harmonizadas (normas EN). Atender a essas normas é a melhor maneira de garantir a conformidade.

Etapa 3: Avaliar se é necessário um Organismo Notificado

Os fabricantes podem autocertificar produtos de baixo risco utilizando o Módulo A (controle interno de produção). Isso significa que eles realizam seus próprios testes, elaboram um dossiê técnico e emitem uma Declaração de Conformidade. Para itens mais perigosos, como dispositivos médicos, equipamentos de proteção individual e alguns tipos de máquinas, a legislação exige a participação de um Organismo Notificado aprovado pela UE (um organismo de teste e certificação independente). Antes da aplicação da marca CE, os Organismos Notificados devem realizar Exames de Tipo da UE e emitir Certificados de Conformidade.

Etapa 4: Teste o produto e compile o dossiê técnico

Os testes devem demonstrar que todos os requisitos importantes foram atendidos. O dossiê técnico deve incluir essas informações, como descrições do produto, desenhos de projeto, relatórios de ensaio, avaliações de risco, normas harmonizadas utilizadas e informações sobre o processo de avaliação da conformidade. Você deve manter esse dossiê por pelo menos dez anos após a última venda do produto e apresentá-lo às autoridades quando solicitado.

Etapa 5: Emitir a Declaração de Conformidade da UE

A Declaração de Conformidade (DoC) da UE é um documento legal assinado pelo fabricante ou seu agente autorizado na UE. Ela atesta que o produto atende a todas as normas e regulamentos da UE aplicáveis. A DoC deve conter determinadas informações obrigatórias, como o nome do fabricante, uma descrição do produto, uma lista das diretivas relevantes, referências às normas harmonizadas utilizadas e uma assinatura com validade legal.

Etapa 6: Afixar a marcação CE

A marcação CE pode ser colocada no produto após a conclusão de todas as etapas acima. A marcação deve ser nítida, fácil de ler e permanente. Deve ter pelo menos 5 mm de altura e o espaçamento correto entre as letras C e E. É aqui que logotipos com tamanho inadequado causam complicações. Se não for possível colocar a marcação CE diretamente no produto, ela deverá constar na embalagem ou na documentação que o acompanha.

 

Requisitos de importação específicos de Portugal para produtos chineses

Além de seguirem as normas da marcação CE, os exportadores chineses que enviam mercadorias para Portugal devem cumprir um conjunto preciso de obrigações aduaneiras, fiscais e de documentação na fronteira. Portugal observa as normas aduaneiras da UE, mas também tem as suas próprias regras, que são aplicadas pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT).

Classificação Aduaneira e TARIC

A Nomenclatura Combinada (NC) da UE é um sistema de código tarifário de oito dígitos que todas as mercadorias provenientes da China e importadas para Portugal devem utilizar. O código TARIC, que significa "Tarifa Integrada", é composto por mais dois dígitos. Contém informações sobre tarifas, medidas antidumping, quotas e outros instrumentos de política comercial. As mercadorias provenientes da China podem estar sujeitas às taxas normais de terceiros países e, em alguns casos, a direitos antidumping, o que encarece consideravelmente a sua importação. Antes de exportar as suas mercadorias, os exportadores devem consultar os códigos dos seus produtos na base de dados TARIC.

Avaliação Aduaneira e Cálculo de Impostos

Portugal utiliza o método CIF (Custo, Seguro e Frete) para calcular o valor dos direitos aduaneiros. Isso significa que a base tributável inclui o valor dos produtos, o custo do frete e o custo do seguro até a fronteira portuguesa. Os exportadores chineses precisam estar bem cientes disso, pois custos de frete mais elevados aumentam diretamente a base de cálculo do imposto aduaneiro e, consequentemente, o cálculo do IVA.

 

Tipo de imposto/taxa Taxa Base Notas
Dever de alfândega Varia (0–12%+) Valor CIF Com base no código HS e no TARIC; medidas antidumping podem ser aplicadas.
IVA (Imposto sobre Valor Agregado) — Padrão 23% CIF + Imposto de Importação Aplicável à maioria dos produtos; recuperável por empresas registadas para efeitos de IVA.
IVA (Imposto sobre Valor Agregado) — Intermediário 13% CIF + Imposto de Importação Determinados produtos alimentícios, produtos agrícolas, serviços hoteleiros
IVA (Imposto sobre Valor Agregado) — Reduzido 6% CIF + Imposto de Importação Bens essenciais, livros, certos medicamentos
Imposto sobre Bens Digitais 3% Valor da transação Novidade a partir de janeiro de 2025 para serviços digitais/produtos eletrônicos.
Limiar de Minimis EUR 175 /mês Valor declarado Remessas abaixo deste valor podem ser elegíveis para tratamento simplificado.

 

A aceleração da digitalização aduaneira em Portugal é um dos principais acontecimentos previstos para 2025. O portal eAduana deverá estar totalmente operacional até o terceiro trimestre de 2025. Isso agilizará significativamente o processo de desembaraço aduaneiro para remessas que estejam em conformidade e tenham sido registradas digitalmente. Exportadores e empresas de logística que adotarem essa abordagem digital em primeiro lugar poderão processar os documentos com maior rapidez. Em muitos casos, os prazos de desembaraço para documentos de conformidade já estão sendo reduzidos para 24 a 48 horas.

Número EORI e Operadores Econômicos Autorizados

Para passar pela alfândega em Portugal, os exportadores de fora da UE e seus representantes sediados na UE devem possuir um número EORI (Registro e Identificação de Operadores Econômicos). Se uma empresa chinesa ainda não possui presença na UE, a forma usual de fazer negócios é negociar com um importador registrado em Portugal ou na UE que possua um número EORI. Para exportadores de grande volume, obter o status de Operador Econômico Autorizado (OEA) é outra opção que pode agilizar o processamento aduaneiro.

O Requisito de Representante da UE

De acordo com as leis de segurança de produtos da UE, especialmente o Regulamento Geral de Segurança de Produtos (RGPD), que entrou em vigor integralmente em 2024, os fabricantes com sede fora da UE devem nomear uma Pessoa Responsável ou um Operador Económico com sede na UE para a maioria das categorias de produtos com marcação CE. Esta pessoa ou grupo é legalmente responsável por garantir que a documentação de conformidade esteja disponível, colaborar com as autoridades de monitorização do mercado e tomar medidas corretivas quando necessário. Para os exportadores chineses, isto geralmente implica a contratação de um agente de conformidade ou distribuidor com sede em Portugal ou noutro país da UE para o fazer.

 

Erros comuns cometidos por exportadores chineses

Dados sobre o comércio entre a UE e seus Estados-membros, como Portugal, ao longo de vários anos, mostram que os exportadores chineses violam as regras de forma consistente. Conhecer esses problemas com antecedência pode economizar muito tempo e dinheiro.

Muitas vezes, as pessoas cometem o erro de pensar que a marcação CE de um produto antigo ou de um modelo comparável se aplica automaticamente a um produto novo. A conformidade com a marcação CE varia para cada produto. Se o design, as peças, o software ou o caso de uso mudarem, uma nova avaliação de conformidade pode ser necessária. Muitos exportadores confundem as normas nacionais chinesas (como a certificação CCC) com as normas harmonizadas da UE. Elas não são a mesma coisa e não podem ser usadas umas em substituição das outras.

A tipografia incorreta da marca CE é um problema surpreendentemente comum. Como já mencionamos, o espaçamento exigido na marca CE é importante. A alfândega já reteve remessas porque os logotipos estavam muito pequenos (menos de 5 mm), muito próximos uns dos outros ou em locais onde não podiam ser vistos ou lidos. Esse erro pode ser corrigido, mas precisa ser feito antes que as mercadorias saiam da fábrica.

Outro problema comum são os dossiês técnicos incompletos. Por vezes, os fabricantes chineses só elaboram a documentação quando solicitados, e não antes. No entanto, a legislação da UE exige que o dossiê técnico esteja pronto antes da colocação da marcação CE no dispositivo e antes da sua comercialização na UE. Se as autoridades alfandegárias ou de fiscalização do mercado portuguesas solicitarem documentos e estes não forem encontrados, o produto poderá ser apreendido ou recolhido.

Por fim, muitos exportadores não consideram a Declaração de Conformidade um documento muito importante. Trata-se de uma declaração legal que deve incluir certas informações. A legislação da UE não aceita uma Declaração de Conformidade genérica ou informal, ou uma assinada por pessoa errada. Como a fiscalização aduaneira em Portugal é rigorosa e a UE possui um sistema de monitoramento do mercado, esses erros na documentação podem ter sérias consequências legais e financeiras.

 

Marcação CE versus Exportação da China: Esclarecendo a Confusão

Como a confusão entre as marcas CE e de exportação para a China surge com frequência em revistas especializadas, redes sociais e até mesmo em debates parlamentares, é importante abordá-la diretamente. Em 2024, o Parlamento Europeu levantou a questão, afirmando que as duas marcas são tão semelhantes que confundem tanto os consumidores quanto as autoridades de importação. O questionamento do Parlamento observou que pouco pode ser feito legalmente para impedir o uso indevido da marcação CE, pois ela não é uma marca registrada da UE.

Em Portugal e no resto do Espaço Económico Europeu (EEE), a única marca legal para exportadores chineses é a marca de Conformidade Europeia (CE) da UE. A utilização de qualquer logótipo que não siga o formato da marcação CE, seja intencionalmente ou por engano, coloca tanto o exportador como o importador da UE em risco de serem punidos. A melhor forma de se manter em segurança é utilizar os ficheiros oficiais da marcação CE disponíveis no sítio web da Comissão Europeia, nos tamanhos corretos, e verificar se a impressão ou a rotulagem em cada lote de produtos cumpre os requisitos.

 

Característica CE (Conformidade Europeia) CE (Atribuído incorretamente / Formato incorreto)
Situação jurídica na UE/Portugal Totalmente reconhecido e legalmente exigido Sem legitimidade processual; fundamento para ação coercitiva.
O que isso indica Conformidade da UE em matéria de segurança, saúde e meio ambiente Nada — não é uma marca regulamentar reconhecida.
Quem emite Fabricante/importador após avaliação de conformidade adequada Não possui órgão emissor — não é uma marca oficial.
Espaçamento visual Intervalo proporcional prescrito entre C e E Letras muito próximas umas das outras; proporções incorretas.
Altura mínima 5 mm necessários N/D
Documentação Requerida Arquivo técnico, DoC, relatórios de teste Nenhuma (não existe um caminho de conformidade).
Aceitação alfandegária Sim, com documentação de conformidade válida. Não — pode resultar em detenção ou rejeição.

 

Como a Topway Shipping apoia a logística de exportação entre China e Portugal

A conformidade com a marcação CE diz respeito ao cumprimento das normas para o envio de mercadorias da China para Portugal, mas a logística é igualmente complexa. Cada etapa da cadeia de abastecimento, desde a fábrica em Guangdong ou Zhejiang até um armazém em Lisboa ou no Porto, precisa de ser planeada e executada de forma eficaz para evitar atrasos, danos ou custos adicionais.

A Topway Shipping, com sede em Shenzhen, China, é uma provedora profissional de soluções logísticas para comércio eletrônico transfronteiriço desde 2010. A Topway possui vasta experiência no corredor China-Europa, pois sua equipe fundadora atua na área de logística internacional e desembaraço aduaneiro há mais de 15 anos. A empresa concentra-se no transporte entre a China e os EUA, e sua oferta de serviços inclui importantes portos ao redor do mundo, como Leixões (Porto) e Lisboa, os dois principais terminais de contêineres de Portugal.

Os serviços da Topway abrangem toda a cadeia logística, sendo uma solução completa para exportadores chineses que desejam enviar produtos com marcação CE para Portugal. A empresa cuida do transporte inicial, desde a fábrica ou armazém na China até o exterior. armazenagem (o que é muito importante para vendedores de comércio eletrônico que precisam de logística baseada na UE para atender às expectativas de entrega de clientes portugueses e da UE em geral), desembaraço aduaneiro através dos sistemas aduaneiros portugueses e da UE e entrega final aos clientes ou pontos de distribuição em Portugal.

A Topway oferece serviços flexíveis de frete marítimo para cargas completas (FCL) e cargas consolidadas (LCL) da China para portos importantes em todo o mundo, para empresas que enviam grandes volumes de mercadorias. Os serviços de consolidação LCL permitem que vendedores de e-commerce transfronteiriços estabeleçam sua presença no mercado português enviando remessas menores, que podem ser ampliadas conforme a empresa cresce. As alternativas FCL oferecem aos comerciantes de alto volume um espaço dedicado em contêineres, além de prazos de entrega e preços confiáveis.

O conhecimento da Topway sobre desembaraço aduaneiro é crucial para o cumprimento da marcação CE. Despachantes aduaneiros experientes sabem quais documentos a alfândega portuguesa exige, como a Declaração de Conformidade da UE, dossiês técnicos e o posicionamento correto da marca CE. Eles também podem identificar problemas antes que causem atrasos dispendiosos. Para exportadores chineses que podem não estar habituados às normas da UE, a parceria com um operador logístico que conheça tanto os procedimentos de exportação chineses quanto as normas de importação portuguesas representa uma grande vantagem operacional.

 

Construindo um negócio de exportação sustentável entre China e Portugal

Portugal tem se tornado uma opção cada vez mais atraente para os produtos chineses entrarem no mercado da UE. Por ser um país portuário atlântico da Europa Ocidental, com boa infraestrutura comercial e acesso ao mercado da UE, representa uma excelente porta de entrada. Para os fornecedores chineses que atuam internacionalmente, o crescente número de compradores online em Portugal, juntamente com as redes de distribuição em toda a UE que facilitam a logística, apresentam oportunidades reais a longo prazo.

Para manter essa oportunidade, é preciso encarar a conformidade com a marcação CE como um programa contínuo, e não apenas como um clique isolado. As normas da UE variam ao longo do tempo. Por exemplo, o Regulamento Geral de Segurança de Produtos (RGPD), as modificações no Regulamento de Ecodesign para Produtos Sustentáveis ​​e as alterações previstas em outras diretivas significam que as regras para certos tipos de produtos podem sofrer alterações. Os exportadores chineses que implementarem processos internos de revisão de conformidade, mantiverem seus arquivos técnicos atualizados e cultivarem relacionamentos sólidos com agentes e especialistas em conformidade sediados na UE estarão mais bem preparados para se adaptar.

Construir uma parceria de confiança para o transporte de mercadorias e o desembaraço aduaneiro é fundamental para o sucesso a longo prazo na área da logística. Ter as mesmas rotas de envio, requisitos de documentação e contactos com os despachantes aduaneiros reduz a probabilidade de atrasos ou problemas de conformidade inesperados. Com a entrada em funcionamento do portal aduaneiro eAduana de Portugal, os exportadores e os seus parceiros logísticos que estejam preparados para operar online poderão desembaraçar as suas mercadorias mais rapidamente e com maior segurança.

 

Conclusão

Exportar da China para Portugal representa um grande potencial de negócio, mas existem regras rigorosas a serem seguidas. A marcação CE é um requisito mínimo. Produtos que necessitam dela não podem entrar legalmente no mercado português ou da UE sem a sua certificação. O processo inclui a identificação das diretivas corretas, a realização das avaliações de conformidade adequadas, a elaboração de um dossiê técnico legítimo, a redação de uma Declaração de Conformidade juridicamente válida e a aposição da marcação CE no tamanho correto.

Além da marcação CE, as normas de importação portuguesas incluem outras etapas, como a classificação TARIC correta, a valoração aduaneira com base no CIF, o IVA à taxa habitual de 23% para a maioria dos artigos e a exigência relativamente recente de uma Pessoa Responsável sediada na UE para diversas categorias de produtos. Portugal está a avançar rumo ao processamento aduaneiro digital, o que significa que os exportadores que regularizarem a sua documentação e cooperarem com parceiros logísticos qualificados conseguirão que as suas mercadorias passem pela alfândega mais rapidamente e com menos complicações.

Os exportadores chineses que desejam entrar neste mercado de forma duradoura precisam saber como seguir as regras e executar uma logística eficiente. A gama completa de serviços logísticos da Topway Shipping, que inclui transporte de primeira etapa, frete marítimo, desembaraço aduaneiro e entrega final, oferece aos exportadores chineses com certificação CE a infraestrutura de cadeia de suprimentos necessária para atender o mercado português de forma confiável e eficiente. Acertar tanto na logística quanto na conformidade é o que transforma um envio pontual em um negócio de exportação bem-sucedido e em crescimento.

 

Perguntas Frequentes

P: A marcação CE é obrigatória para todos os produtos exportados da China para Portugal?

R: Não. Apenas certos tipos de produtos abrangidos pelas diretivas e normas da UE precisam da marcação CE. Mas existem mais de 30 dessas normas que abrangem eletrônicos, brinquedos, máquinas, equipamentos médicos, EPIs e muito mais. A marcação CE é obrigatória por lei para que seu produto possa ser vendido em Portugal, caso se enquadre em uma categoria abrangida.

P: Um fabricante chinês pode obter a marcação CE por conta própria, ou é sempre necessário um Organismo Notificado independente?

R: Depende do nível de risco do produto e da diretiva aplicável. Utilizando o Módulo A (controle interno de produção), muitos produtos de baixo risco podem ser autodeclarados pelo fabricante. No entanto, para testes e certificação, produtos de alto risco, como dispositivos médicos e equipamentos de proteção individual, devem legalmente envolver um Organismo Notificado aprovado pela UE.

P: O que é a marca CE 'China Export' e ela tem alguma validade legal em Portugal?

R: Depende do nível de risco do produto e da diretiva aplicável. Utilizando o Módulo A (controle interno de produção), muitos produtos de baixo risco podem ser autodeclarados pelo fabricante. No entanto, para testes e certificação, produtos de alto risco, como dispositivos médicos e equipamentos de proteção individual, devem legalmente envolver um Organismo Notificado aprovado pela UE.

P: Qual a taxa de IVA aplicável aos bens importados da China para Portugal?

A: A taxa normal de IVA em Portugal é de 23% e aplica-se à maioria das mercadorias importadas. Certos tipos de artigos, como alguns produtos alimentares e bens essenciais, estão sujeitos a taxas mais baixas, de 13% e 6%. O valor CIF (custo dos produtos mais portes de envio e seguro) acrescido de quaisquer taxas aduaneiras é utilizado para calcular o IVA. As empresas registadas para efeitos de IVA podem normalmente recuperar o IVA de importação pago através das suas declarações de IVA regulares.

P: A Topway Shipping trata do desembaraço aduaneiro de envios para Portugal?

R: Sim. Como parte de seus serviços logísticos completos, a Topway Shipping oferece serviços completos de desembaraço aduaneiro. A Topway atua no setor de logística internacional há mais de 15 anos. Seus especialistas podem auxiliar com a documentação alfandegária portuguesa e da UE, garantindo que as mercadorias chinesas com certificação CE passem pela alfândega de forma rápida e sem atrasos desnecessários.

P: Quanto tempo demora o desembaraço aduaneiro em Portugal para mercadorias provenientes da China?

A: Com a digitalização contínua dos processos aduaneiros em Portugal através do portal eAduana, o tempo de liberação de documentos digitais em conformidade está diminuindo cada vez mais, chegando a apenas 24 a 48 horas. No entanto, remessas com documentação incompleta, marcação CE incorreta ou códigos TARIC destacados podem ter que aguardar mais tempo para avaliação. A melhor maneira de garantir a liberação rápida de uma remessa é providenciar toda a documentação de conformidade necessária antes do embarque na China.

Voltar ao Topo

Contato

Esta página é uma tradução automática e pode conter imprecisões. Consulte a versão em inglês.
WhatsApp